domingo, 22 de janeiro de 2012

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Continua Pará


Voto contra a divisão do Pará teria vencido mesmo sem contar Belém
Sem contabilizar votos da capital, 'não' teria 58% do total, em vez dos 66%.
Em plebiscito no domingo, paraenses rejeitaram criação de Carajás e Tapajós.
Mesmo sem a capital Belém, maior colégio eleitoral do Pará, o voto "não" (à divisão do estado) teria vencido no plebiscito deste domingo, quando os eleitores paraenses foram às urnas votar a proposta de desmembramento do Pará em três, com a criação dos estados de Tapajós e Carajás.
No caso da criação do Tapajós, o "não" recebeu, em todo o Pará, 2.344.654 votos (66,08% dos válidos), e o "sim", 1.203.574 (33,92%). Sem Belém, no entanto, o "não" teria obtido 58% dos votos válidos. Na capital, 748.340 votaram contra a criação de Tapajós, e 48.766 votaram a favor.
Fonte:g1.globo.com/politica/noticia

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Terremoto em Washington

Terremoto causa danos em Washington e obriga governo a esvaziar Casa Branca
Alessandra Corrêa Da BBC Brasil em Washington
Atualizado em 23 de agosto, 2011 - 21:07 (Brasília) 00:07 GMT

Dois reatores nucleares localizados próximos ao epicentro foram desativados por precaução

O terremoto de magnitude 5,9 que atingiu a costa leste dos Estados Unidos nesta terça-feira foi sentido por menos de 30 segundos em Washington, mas foi suficiente para alterar a rotina da capital americana.

Eram quase 14h quando o chão começou a tremer. Imediatamente, alarmes soaram e prédios foram evacuados.

Segundo o governo americano, logo após o tremor, partes do Pentágono, da Casa Branca e do Congresso foram esvaziados.

As calçadas ao redor da redação da BBC, no bairro de Dupont Circle, ficaram repletas de pessoas que abandonaram seus escritórios.

A maioria tentava completar chamadas telefônicas e se comunicar com familiares e amigos – em vão, já que as redes de telefonia celular ficaram temporariamente fora de operação.

Algumas pessoas relatavam, assustadas, terem sentido o chão e as paredes tremerem.

Outras, porém, perguntavam o que havia acontecido e diziam nem ter percebido o terremoto.

Distúrbios

A mesma cena, de prédios vazios e calçadas repletas, se repetiu por toda a capital nos momentos que se seguiram ao tremor.

Há relatos de danos em alguns prédios, entre eles a Catedral Nacional de Washington e a Embaixada do Equador, mas segundo as autoridades não houve feridos.

Quem resolveu ir para casa mais cedo enfrentou dificuldades, já que o metrô teve sua operação prejudicada, com grandes atrasos, as ruas ficaram congestionadas e era difícil encontrar táxis logo após o tremor.

Epicentro

De acordo com o serviço geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), o terremoto foi o mais forte a atingir a costa leste desde 1897.

O tremor teve seu epicentro perto da cidade de Mineral, em Virgínia, a cerca de 140 quilômetros a sudoeste de Washington, e foi sentido em vários Estados e até mesmo em Toronto, no Canadá.

Dois reatores nucleares localizados próximos ao epicentro foram desativados por precaução.


Partes do Pentágono, da Casa Branca e do Congresso foram evacuadas

Apesar de não haver registro de feridos ou danos mais graves, o terremoto provocou apreensão entre os americanos e distúrbios em várias cidades.

Segundo autoridades, as chamadas para o serviço de emergência (911) registraram um pico logo após o tremor, mas depois foram normalizadas.

Aeroportos foram fechados e serviços de trem, suspensos temporariamente.

Strauss-Kahn

Em Nova York, até mesmo uma entrevista coletiva sobre o caso de Dominique Strauss-Kahn – o ex-diretor gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional) acusado de tentativa de estupro – foi interrompida pelo tremor.

O promotor Cyrus Vance falava aos jornalistas em Manhattan quando o prédio começou a tremer.

"O que está acontecendo? O prédio inteiro está balançando", disse Vance, enquanto os presentes começavam a deixar o local apressadamente.

Apesar de passado o susto, a coletiva não foi retomada, e Vance emitiu suas declarações em um comunicado.


Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sudão do Sul



O Sudão do Sul se tornou oficialmente às 18h01 desta sexta-feira (hora de Brasília, 0h01 de sábado, hora local) o mais novo país do mundo, ao oficializar sua independência do restante do Sudão.
Nas ruas da capital do país, Juba, centenas de pessoas comemoraram a mudança logo após o horário oficial da separação do norte.
Sudão do Sul
Petróleo pode gerar nova guerra entre sul e norte do Sudão, diz relatório
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Segundo o enviado da BBC a Juba Will Ross, às vésperas do nascimento do país as rádios tocaram sem parar o hino nacional sul-sudanês, composto por estudantes locais.
Clique Clique aqui para ver um mapa do Sudão do Sul
O país nasce a partir de um acordo de paz firmado em 2005, após 12 anos de uma guerra civil que deixou 1,5 milhão de mortos. Em janeiro, 99% dos eleitores do Sudão do Sul votaram a favor da separação da região, predominantemente cristã e animista, em relação ao norte, governado a partir de Cartum, onde a população é em sua maioria muçulmana e de origem árabe.
Nesta sexta-feira, o governo do presidente sudanês, Omar Bashir, reconheceu formalmente a independência da parte sul de seu país. Ele estará em Juba, no sábado para a festa, assim como o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que será recepcionado pelo presidente interino do Sudão do Sul, Salva Kiir Mayardit.
Apesar de possuir grandes reservas de petróleo, o Sudão do Sul nasce como um dos países mais pobres do mundo, com a maior taxa de mortalidade materna, a maioria das crianças fora da escola e um índice de analfabetismo que chega em 84% entre as mulheres.
Embora não haja estatísticas oficiais, a ONU estima que a população do país varie entre 7,5 e 9,5 milhões. O Sudão do Sul também nasce sendo um dos maiores do continente, superando as áreas de Quênia, Uganda e Ruanda somadas.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/07/110708_sudao_do_sul_independencia_mm.shtml