quinta-feira, 9 de abril de 2015

I Olimpíada de Geografia

Olimpíada de Geografia http://www.obg.net.br/

quinta-feira, 19 de março de 2015

Outono chegando

Outono tem início na próxima sexta-feira, dia 20 Após um Verão intenso em todo o Brasil, o Outono chega na próxima sexta-feira, dia 20, às 19h45, horário de Brasília, quando ocorre o equinócio de Outono, fazendo com que seja início da estação no hemisfério Sul e o início da primavera no hemisfério norte. O fim desta estação será em 21 de junho, quando começa o Inverno. Uma das características deste período é a temperatura que não chega a ser tão elevada quanto no verão e nem tão baixa quanto no inverno. O início das estações é uma marca astronômica que pode ser prevista para dezenas de anos seguintes, a partir do conhecimento e estudo de astrônomos. A órbita da Terra em torno do Sol, as temperaturas, as chuvas, os dias ensolarados e toda a condição climática depende de uma série de outros fatores, além da estação do ano. Josina Nascimento, pesquisadora do Observatório Nacional, explica como ocorrem as mudanças de estação no Brasil: “O início das estações é definido pela posição da Terra em sua órbita em torno do Sol e pela inclinação do eixo de rotação da Terra. Como consequência desse posicionamento é bem notado o comprimento dos dias e das noites. No início do Verão temos o dia mais longo do ano e a noite mais curta. Já no início do equinócio de Outono os dias e as noites têm o mesmo comprimento. Durante o outono o dia vai ficando cada vez menor e a noite cada vez maior até que no início do Inverno temos a noite mais longa do ano”. Rio de Janeiro, 17 de março de 2015. Fonte:http://www.on.br/conteudo/noticias/outono.html

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Home / Notícias / GNSS e LBS / Inpe monitora clima e tempo da ionosfera por meio de receptor GPS
Inpe monitora clima e tempo da ionosfera por meio de receptor GPS ComenteEnvie por E-mailCompartilheInpe monitora clima e tempo da ionosfera por meio de receptor GPSPor Alexandre Scussel | 11h25, 25 de Setembro de 2012 Um diagnóstico diário da ionosfera sobre o país é realizado pelo Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (Embrace) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A variação de plasma (nuvens de íons e elétrons) na ionosfera é avaliada por meio de receptor de GPS e de imageador óptico de aeroluminescência. Com o receptor GPS é possível monitorar o TEC (sigla em inglês para conteúdo eletrônico total), enquanto o imageador óptico de aeroluminescência gera a imagem da emissão de luz do céu na ionosfera a uma altura de 250 km. As duas técnicas informam sobre irregularidades da ionosfera numa forma bidimensional. Atualmente o mapeamento do TEC é feito a cada 10 minutos ao longo das 24 horas, todos os dias da semana, e oferece uma visão mais ampla dos eventos que perturbam a ionosfera. O monitoramento é imprescindível porque o TEC altera os sinais captados através da ionosfera e interfere no sistema de posicionamento global por satélites, o GPS. Já as imagens são obtidas somente à noite, porém apresentam mais detalhes sobre bolhas de plasma. As duas técnicas são complementares e tornam o monitoramento da ionosfera mais eficiente. O Programa Embrace planeja fornecer estes dados em tempo real em breve. INPE monitora clima e tempo da ionosfera Inpe monitora clima e tempo da ionosfera por meio de receptor GPS A figura acima apresenta o mapa do América do Sul e a distribuição de TEC em 24 de novembro de 2011 às 21h50 (hora local, correspondente a 00:50 UT do dia 25/11/11). Tons de verde a vermelho mostram o aumento da densidade do plasma na região Sul e Sudeste, destacando a localização da anomalia da ionosfera equatorial. Os tons em azul mostram redução do TEC devido ao movimento do plasma na região equatorial (efeito fonte) e a formação de bolhas de plasma. A foto à direita mostra a imagem da emissão observada em São João do Cariri, na Paraíba (indicado por uma estrela no mapa), cobrindo uma área de aproximadamente 1600 km de diâmetro. A faixa escura mostra a localização das bolhas de plasma coincidindo com o mapa de TEC. O mesmo efeito (presença de bolhas de plasma) pode ser visto na foto do imageador operado em Cachoeira Paulista (foto da esquerda, abaixo). As faixas escuras que se estendem na direção norte-sul destas imagens coincidem com a faixa azul no mapa de TEC, sobre o Nordeste do Brasil. Dados obtidos pelo Embrace estão disponíveis na página www.inpe.br/climaespacial.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Disco Uunartoq - Vikings

Navegar no mar nos tempos antigos era extremamente complicado. Se você queria ir, digamos, da Europa para as Américas, tinha grandes chances de chegar em Madagascar, já que a água parece a mesma em todas as direções lá fora. Os cientistas então ficaram intrigados para entender como os Vikings eram consistentemente capazes de viajar em uma linha completamente reta da Noruega à Groenlândia e de volta, o que equivale a cerca de 2.500 quilômetros, enquanto o resto do mundo remava em círculos, orgulhosos demais para pedir às sereias por direções. Então, em 1948, eles encontraram um antigo artefato Viking em um convento do século 11, e concluíram que era uma bússola chocantemente avançada. Antes de bússolas magnéticas, antigos marinheiros tinham que encontrar o seu caminho usando relógios de sol. Como você pode imaginar, à noite ou até mesmo em um dia nublado eles não eram nada úteis. A bússola Viking, conhecida como disco Uunartoq, além de ser um relógio de sol incrivelmente sofisticado, com vários graus de sombra para localizar os pontos cardeais, possuía o que os registros medievais referem-se como sendo um cristal “mágico”, que lhe permitia funcionar mesmo quando o sol não estava disponível. Sim, colocamos “mágico” entre aspas sarcásticas porque a ciência não tinha uma boa explicação para o cristal na época, mas hoje os pesquisadores acreditam que um certo tipo de cristal colocado no dispositivo poderia de fato ter criado um padrão no disco quando exposto mesmo à luz fraca, e esse padrão poderia ter ajudado os Vikings a encontrar o seu caminho. Os pesquisadores fizeram um teste e descobriram que o disco funcionava com menos de 4 graus de erro, o que é comparável a bússolas modernas. Isso porque nem sequer sabemos tudo sobre esse dispositivo, uma vez que recuperamos apenas metade dele. Fonte:http://hypescience.com/